
O saudoso Humberto Coutinho marcou época em Caxias do Maranhão. Visionário, humano e administrador exemplar, ele foi responsável por transformar a saúde pública do município, implantando a primeira ressonância magnética da região, além de serviços de tomografia, diálise e mamografia que colocaram Caxias na vanguarda da medicina no interior do Estado.

Mas o legado político e moral construído por Humberto vem sendo dilapidado pela própria viúva, ex-deputada Cleide Coutinho, que escolheu o caminho da submissão política e dos interesses pessoais.
Hoje, Cleide largou de ser líder para ser liderada por Fábio Gentil e Daniella Gentil, ambos investigados pela Polícia Federal em diferentes operações que apuram crimes eleitorais, peculato e lavagem de dinheiro.

A ex-deputada, que antes reunia lideranças e representava uma das vozes mais respeitadas do Maranhão, agora se humilha ao grupo Gentil para manter contratos com o município, de onde recebe pelos serviços de tomografia, ressonância e mamografia.
O episódio mais simbólico dessa submissão foi a aceitação de que o nome de Humberto Coutinho fosse usado em um mero ambulatório anexo ao PAN, uma “homenagem” considerada por muitos indigna e desproporcional à grandeza de quem transformou a saúde de Caxias.
Em vez de defender a história e o legado do marido, Cleide preferiu ceder ao jogo político e satisfazer o ego dos Gentil, em troca de conveniências administrativas.
O resultado é trágico: a mulher que um dia foi líder, hoje é conduzida pelos mesmos que desrespeitam a memória de Humberto.
Perdeu as alianças, perdeu o respeito de antigos aliados e abandonou o povo que sempre esteve ao lado do casal Coutinho.
O nome que simbolizava força e dignidade virou instrumento de vaidade e submissão.
Humberto Coutinho construiu uma história de grandeza. Cleide, infelizmente, está escrevendo o epílogo dá pequenez política e moral.
