
A “festa de todos os povos”, chega ao seu final. Ao som dos tambores, bandolins, atabaques, matracas e demais instrumentos musicais, “as cortinas” se fecham e as luzes se apagam, deixando nos corações de cada um dos foliões, a alegria e a satisfação de ter vivido mais um carnaval.
Resta agora voltarmos a enfrentar a realidade que, de forma “nua e crua”, seguirá cobrando diuturnamente o seu altíssimo preço. O custo de vida.
Os compromissos a cumprir como IPVA, IPTU e as demais contas que estão sempre a “bater a nossa porta”, tais como água, luz, gás, aluguel, prestações de materiais escolares e etc., Além de tudo isso, ainda temos que correr atrás do “dicumê”, que é diário e, no mínimo, três vezes ao dia, durante 365 dias do ano.
Nessa luta pela mantença ainda temos que nos vestirmos, calçarmos e ainda irmos em busca de um “extra” para a compra de medicamentos, se quisermos continuar vivendo.
Em uma Terra Arrasada, onde os mandatários que, de forma sorrateira, usurparam o “trono” com a escancarada compra de votos, nas vistas e nas barbas de uma Justiça Eleitoral de araque e de um Ministério Público medíocre e omisso, nada mais há de se duvidar que ocorra por essas plagas, pois esses mesmos patifes e ladrões, continuam com as chaves dos cofres do erário, forrando o bolso de alguns “togado$” para permanecerem no “palco”, debochando da gente e se requebrando de felicidade, por terem consigo a certeza da impunidade que assola esse pedacinho de chão tão carente de justiça…
