O risco que se corre em ser “avalista” de alguém ou falar em nome de alguém, ou até mesmo “dar sua cara a tapa” por alguém, é imenso.
Nos dias atuais, não é toda ou qualquer pessoa que tem palavra. Aliás, faltar com a palavra tem sido muito comum entre muitos politiqueiros de plantão.
Ao verificarmos o vídeo aqui postado, fica a pergunta: Quem se “queimou” mais ainda, diante da opinião pública? O vereador ou o Sr. Prefeito?

É inacreditável como ainda há pessoas que defendem um alguém que há tempos só mente e engana os Caxienses com suas “conversas pra boi dormir”.
O legislativo caxiense, hoje em sua grandiosa maioria, “come quieto” nas mãos de um executivo imundo que controla a câmara municipal e é quem aprova ou deixa de aprovar somente o que é de seu interesse.
Infelizmente é essa a realidade na saqueada Princesa do Sertão maranhense.
Tendo que “segurar” seus cabos eleitorais e sua gente, todos empregados na “Vaca Leiteira”, para tentarem se reeleger nas próximas eleições, a vereança tem mesmo que ficar “quietinha” e obedecendo o “Patrão”, exatamente como todos nós ouvimos no primeiro áudio que escandalizou o Estado do Maranhão inteiro e que inclusive foi gravado por “fogo amigo”.
A discrepância e a corrupção naquele áudio estão configuradas. (Ouça-o novamente aqui). Mas aqui na “terra prometida”, onde politicamente só se vive de promessas, os tais Ministérios Públicos Estadual e Federal estão sempre a se esquivar e Saírem pela tangente, deixando de fazer o que tem que fazer. Enquanto isso, o todo poderoso Judiciário mantém seus olhos fechados, a boca lacrada e os ouvidos tapados para que um prefeito no interior do Maranhão possa continuar carregando “debaixo do braço” e não deixando faltar os “alimento$ necessàrio$” para a sua manutenção, um irmão dos “Podres Poderes”, sendo que toda essa labuta e carregando esse “Enorme Peso”, é para que não seja preso e possa, juntamente com sua trupe, continuar aniquilando o erário sem que ninguém faça nada.
“A corrupção existe em qualquer país do mundo, mas ela só persiste onde a justiça é corrupta.”
(Josevaldo Martins Peixoto)
