Na sexta feira (07), uma paciente internada para procedimento cirúrgico, simplesmente foi liberada, pois não havia a anestesia para a realização da cirurgia.

Segundo o vídeo postado, a Sra. Leônica, denuncia o descaso que existe na saúde da Princesa do Sertão. Após sua tia ser liberada por falta de anestesia, a mesma gravou e divulgou o estado em que se encontra o hospital Macroregional. Sem o mínimo necessário para a realização de procedimentos cirúrgicos, o Hospital que outrora foi referência, hoje amarga uma gestão vergonhosa e despreparada.
E para não perder o costume, que se tornou rotineiro, mais uma denuncia circula nas redes sociais: O Hospital Infantil Municipal João Viana não tem sequer lençóis para cobrir os leitos. Uma mãe indignada filmou as camas do quarto onde sua filha estava em observação, mostrando a forma como a saúde caxiense tem sido tratada durante esta (indi) gestão.
Onde estão os milhões que chegam mensalmente aos cofres do município?
A saúde é uma das pastas que recebe uma “gorda” verba para a realização de procedimentos e para manter as UBSs, UPA, Maternidade e hospitais, mas em Caxias parece que todo este dinheiro não dá conta de manter os mesmos. Que matemática é essa que nunca mostra resultados?
Cabe a esfera judicial esclarecer a população o que está ocorrendo nas “entranha$” desta administração, onde nenhum tipo de verba consegue arcar com as despesas das secretarias responsáveis.
Para onde vão mesmo os impostos da população?
Cansados de tanta desfaçatez, o povo quer respostas. É esse o amor que esse indigestor tem e sente por Caxias/Ma? Nós que criticamos e denunciamos duramente essa patifaria e essa corrupção é que temos que deixar a cidade?
A falta de vergonha na cara e o conluio com o banditismo, só mostra que o tempo do reinado de mentiras e de cafagestagem está chegando ao fim.
Com ou sem o apoio da banda podre do Judiciário maranhense, nós que somos povo mostraremos mas urnas no ano vindouro, que a canalhice não terá mais vez ou, sequer, oportunidade em meio a nossa gente.
“Vivemos em um mundo onde a justiça é podre e desafinada, mas fico feliz que ainda existam pessoas justas”.
(Augusto César Muniz Mota)
