Caxias/Ma: Blitz do Blog do Everardo Vidigal

Após denúncias sobre o estado calamitoso dos cemitérios de Caxias/Ma, a Blitz do Blog do Everardo Vidigal iniciou uma visita a alguns, constatando o descaso e abandono por parte da Administração municipal.

 Nos cemitérios Nossa Senhora dos Remédios e Aluísio Lobo (Recanto da Saudade) no bairro Castelo Branco é desoladora a situação. Além de muito mato, os cemitérios históricos têm servido de “esconderijo” para assaltantes e usuários de drogas.

Segundo uma Lei Orgânica, a cidade de Caxias/Ma é responsável pela administração dos cemitérios, estes que historicamente foram abençoados para receber os mortos e guardar a história tumular de séculos. 

No cemitério Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Tresidela, a situação se assemelha com os outros citados na matéria. O agravante deste em especial se dá pela denúncia de violação sepulcral ocorrida.

Ao enterrar um ente querido em data de 23 de janeiro do ano em curso, uma senhora nos relatou que na sepultura da família foi encontrado o caixão de um “anjinho” enterrado a apenas dois palmos para espanto dos familiares.

O crime de violação sepulcral quem responde é a administradora do cemitério, no caso a prefeitura. Em Caxias/Ma o local sagrado para o descanso eterno dos caxienses estão abandonados e esquecidos, porém a população exige respeito e que a Justiça faça valer o direito não somente dos vivos, mas também dos mortos.

Porém, é de bom alvitre salientar, que o Sr. Prefeito não tem se importado nem conosco que somos povo e mesmo com toda a “bagaceira” ainda estamos vivos, imagine se ele vai se importar com nossos entes queridos que já não se fazem mais presentes…

 

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2 Comments

  1. Difícil demais a situação dos Cemitérios há tempos que percebo e vejo que a Gestão Pública ou até mesmo os Empreendedores Funerários já deveriam pensar num espaço que pudéssemos sepultar nossos entes queridos, haja visto que a população aumentou consideravelmente e os Cemitérios que temos ainda são da décadas passadas do início do município.

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