Circula nas redes sociais imagens de documentos com pedidos de gêneros alimentícios perecíveis. Ainda pode-se observar o nome dos responsáveis, que segundo deixa claro na postagem, não passam de “laranjas”.

A população gostaria de saber onde ou para onde se destinou toda essa aquisição alimentícia.
Nas escolas municipais não havia merenda, esporadicamente entregavam uma espécie de “cesta básica” que continha: uma melancia, um quilo de arroz, cinco pães, um melão, meia dúzia de ovos, um quilo de feijão, um pacote de macarrão, seis laranjas muchas, seis bananas e um pacote de biscoitos de sal da pior qualidade. No Hospital Geral, na Maternidade Carmosina Coutinho e UPA as denúncias vão desde a falta de alimentação até alimentos estragados sendo oferecidos aos pacientes internados.

E como de costume, as leis na Princesa do Sertão servem apenas para a população sofrida que a cada dia se vê sendo “usurpada” por quem deveria estar trabalhando a seu favor.
A Justiça por estas plagas age apenas na defesa dos mal feitores que diuturnamente “extorquem” Caxias/Ma.
Extrato ao paulo m.
